O TCU calculou a CBS, o novo imposto federal sobre o consumo, em 11,3%. Nem o pior cenário do mercado previa isso. O motivo: a lista de privilégios criada na reforma. Quem não ganhou desconto paga a conta.
Um prédio de dez apartamentos divide as despesas. Aí os moradores criam regras: porta azul ganha 30% de desconto, chuveiro elétrico ganha 60% e quem tem quadriciclo na garagem fica isento.
O porteiro e as contas de luz e água continuam custando o mesmo. Quem paga a diferença? Quem não ganhou desconto nenhum — a maioria.
Na regulamentação, o Congresso criou uma lista enorme de produtos e serviços com alíquota zero ou reduções de 30% a 80%. Quanto cada grupo pesou na conta:
Por que uma muda de orquídea fica isenta, enquanto a manicure, o pedreiro, o entregador e o barbeiro pagam imposto cheio nos seus instrumentos de trabalho?
A lei manda preservar a arrecadação. Então só existe um jeito de baixar a alíquota: cortar exceções. E quem decide é o Senado, até 15 de dezembro.
Vamos montar operações para cobrar os senadores um a um, estado por estado. Sozinho ninguém derruba imposto.
ENTRAR NO GRUPO DO WHATSAPPSeu CEP mostra de onde vem a pressão — e vira mapa na entrega ao Senado.
O abaixo-assinado será entregue ao Senado Federal, que fixa a alíquota da CBS até 15 de dezembro, com o nome e o CEP de cada signatário.
Seu nome entra no documento que exige do Senado transparência no cálculo e o fim dos privilégios. Você recebe um e-mail sempre que houver avanço.
O Senado fixa a alíquota até 15 de dezembro. Mande um e-mail aos senadores — leva 1 minuto.
COBRAR OS SENADORES Entrar no grupo de pressão Compartilhar no WhatsApp →O e-mail sai da sua própria conta, com o texto pronto. Você revisa e aperta enviar.